JOSÉ EUGÊNIO DE FREITAS LUNGUINHO

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domingo, 14 de maio de 2017

Poema do Professor Manoel Guilherme de Freitas

A minha mãe!
É só minha,
porque ela é tão diferente,
cativante que nunca a esqueci, o quanto!..
Ela era do tipo, que me acalentava,
conquistava e dava o máximo de si,
para mim e os outros, sempre!...
Ah! Quantas saudades!
Bondades, que, agora, sinto falta
e o pior não as voltam!
Rainha do meu peito,
das minhas atitudes,
sem ti não sou nada,
querida!
Lembro-me mesmo distante
daqueles noites acadêmicas,
que, você, só, sossegava,
quando seu filho chegava.
Tais noites fizeram uma diferença na vida,
pois jamais esqueci disso,
tanto é que escrevi isso aqui,
ali e acolá...
Então, foi uma forma de lembrar
que você foi: mãe, professora,
bem como doutora de minha vida.
Mãe, volte de cima
e vem ficar comigo?
Seu filho está abatido...
Mãe, és muita querida,
portanto és tecida nos trilhos de minha vida.
Vens, sacia-me as saudades!
Francisca Maria de Freitas, poderia ser também, Viana, Vidal. A sua marca é para mim inconfundível,
vens, aqui, minha mãezinha, eterna, querida..

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