JOSÉ EUGÊNIO DE FREITAS LUNGUINHO

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terça-feira, 6 de junho de 2017

Governo monta gabinete de crise no Planalto

O Estado de S.Paulo
Apreensivo com o julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a ser retomado nesta terça-feira, 6, e com a possibilidade de mais gravações comprometedoras, o governo montou um gabinete de crise no terceiro andar do Palácio do Planalto. A nova estrutura começou a funcionar nas salas em que despachava justamente o quarteto de assessores do presidente Michel Temer que deixaram seus cargos.
O gabinete de crise ocupa agora espaços antes destinados aos ex-deputados Rodrigo Rocha Loures e Sandro Mabel, ao advogado José Yunes e ao ex-vice-governador do Distrito Federal Tadeu Filippelli. Todos caíram com o agravamento da crise. Preso no sábado, 3, Loures é  a principal preocupação do Planalto, que teme sua delação. Braço direito do presidente, o ex-deputado foi flagrado carregando uma mala de R$ 500 mil após acordo de colaboração premiada fechado por delatores da JBS com a força-tarefa da Lava Jato.
A poucos metros do gabinete de Temer, as salas de gestão da turbulência passaram por uma pequena reforma no fim de semana e vão abrigar, inicialmente, a comunicação e o núcleo jurídico, podendo ser usada também para reuniões com ministros mais políticos, como Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência). A ideia é investir na estratégia da “pronta resposta” toda vez que Temer for atacado.

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