quarta-feira, 19 de julho de 2017

Após passaportes, agora é a Força Nacional que precisa de dinheiro para funcionar até o fim do ano

Arma e coldre: A suspensão da emissão de passaportes pode ter sido a primeira de uma série de baixas que a crise orçamentária deve impingir a órgãos de segurança. Em memorando, o coordenador da Força Nacional, João Goulart dos Santos, pede suplementação orçamentária de R$ 120 milhões e afirma que, sem isso, será preciso desmobilizar ao menos 1.550 homens do programa. Ele diz que, com o que há em caixa, não é possível garantir o pagamento de passagens aéreas e diárias de seu efetivo.
De papel passado: O documento foi enviado pelo coronel dos Santos ao Ministério da Justiça no último dia 12. Ele afirma que, mesmo se desmobilizasse até o dia 31 de julho 1.550 homens da Força, seria preciso remanejar recursos de outras áreas da pasta para cobrir o deficit de seu grupamento.
Para quem precisa: A Força Nacional apoia corporações de Estados e municípios em situações de urgência ou calamidade. Hoje, parte do efetivo ajuda a conter a crise de segurança pública no Rio.
No calcanhar: Procurado, o Ministério da Justiça informou que “a situação está sob análise” e que, “assim que concluir as avaliações, adotará a solução cabível”.
PAINEL / FOLHA

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