CBF mantém decisão da era Dunga e proíbe cultos religiosos na delegação

Por interino
Foto: Pilar Olivares / Reuters
Para comemorar a volta aos gramados com gol, Neymar postou: “Para ti toda honra e toda glória, meu Deus”. No perfil do Instagram de Alisson, lê-se o lema “Deus é fiel”. Já Thiago Silva publicou “Deus no controle” durante o tratamento com gelo após o carrinho que levou no joelho contra a Croácia. Os exemplos mostram que a religiosidade é parte evidente do cotidiano dos jogadores da seleção. Mas, quando se trata do ambiente da concentração, a determinação é: nada de culto.
O assunto é recorrente a cada ciclo de Copa do Mundo. A onda da devoção no ambiente do futebol ganhou proporções relevantes desde os tempos da formação do grupo Atletas de Cristo, de confissão pentecostal, nas décadas de 1980 e 1990 — o ex-lateral e hoje técnico Jorginho, auxiliar de Dunga em seu primeiro mandato, era um dos expoentes. Mas a realização dos cultos nunca foi unanimidade: críticos viam nisso um traço desnecessário de uso do futebol para proselitismo, além do risco de divisões e incômodos no grupo. A verdade é que a coisa pegou: a seleção brasileira é famosa no mundo do futebol por ser uma das únicas a comemorar títulos formando um grande círculo no gramado para orar.
Com informações de O Globo

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